Quando eu li o livro “Cristo e o sofrimento humano” de Stanley Jones, comecei a refletir sobre o propósito do sofrimento. Seria possível que o sofrimento na vida do cristão tenha algum proveito? Se formos verificar na bíblia vemos que o sofrimento é um tema bastante abordado. Quem não conhece a história de Jó? Lemos que o diabo foi até Deus e alegou que sua fidelidade era fruto apenas da benção de Deus sobre a vida dele. Apesar de o Senhor permitir que o diabo tirasse tudo de Jó, não foi somente para provar que ele estava errado, mas para aperfeiçoar o caráter de Jó.
O apóstolo Paulo vivenciou isso como ninguém, certa vez para defender seu apostolado elencou um vasto currículo de sofrimento para seus acusadores. Ele vivenciou isso como ninguém e pode dizer ao final de tudo: "Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte" (2 Coríntios 12:10). Ele entendeu o propósito do sofrimento na vida do cristão. Outra vez ele disse: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se vêem , mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.” 2 Coríntios 4.17,18.
Podemos concluir disso, que todo sofrimento na vida do cristão tem um fim proveitoso, quando isso é claro não é fruto de erros que cometemos.




